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Como escolher o carregador de pilhas certo e não ficar na mão

Pilhas recarregáveis são uma boa opção para quem quer fazer uma economia a longo prazo e, ao mesmo tempo, reduzir o descarte do modelo tradicional, altamente poluente se jogado fora de maneira errada. Elas tornaram-se mais comuns no cotidiano com a popularização as máquinas fotográficas digitais, que consomem muita energia e demandam uma troca constante. Para que a pilha funcione pelo tempo estipulado pelo fabricante, é importante escolher um bom carregador.

Confira abaixo as dicas do TechTudo para encontrar o modelo ideal para a sua necessidade.

Os carregadores mais populares do mercado são os do tipo NiMH (níquel-metal-hidreto) – projetados para pilhas da mesma categoria -, que tomaram o lugar dos carregadores de NiCd (níquel-cádmio).

Seu papel é alimentar a energia de uma pilha descarregada, tornando-a apta para ser usada novamente.

Felizmente, os carregadores de NiMH são melhores – têm maior durabilidade – e também mais potentes. É possível encontrar facilmente versões tanto com suporte para pilhas AA (média) quanto para AAA (palito). A maioria deles, inclusive, funciona com os dois tipos de NiMH, simultaneamente.

Como escolher?

O primeiro passo para escolher corretamente um carregador é obedecer à regra da compatibilidade. O recomendado é que tanto as pilhas como o carregador sejam de NiMH. Outro detalhe com o qual é necessário ficar atento diz respeito à capacidade de carga do aparelho. O carregador é capaz de recarregar pilhas de 1.300 ou 2.000 mAH? A resposta faz parte de uma regra importante que levará à escolha de um bom dispositivo.

Há pilhas AA de 1.300, 2.000 ou mais mAH (miliampére-hora, medidor de potência – ou seja, quanto maior o número mAH mais tempo ela fica carregada). O aparelho deve, portanto, ser compatível com a carga escolhida. Isso evitará que o carregador use o tempo de energia baixa e não consiga alimentar a pilha. Também é possível que provo que danos se oferecer tempo de energia demais.

Nos sites dos fabricantes, a informação de compatibilidade pode ser vista na descrição do carregador chamada corrente de carga. Ela mostra a quantidade certa de corrente necessária para alimentar determinada pilha mAH. Um exemplo é a pilha Philips AA 1.300, que deve ser compatível com carregadores com 200 mA.

Modelos de mercado

Uma dica para quem não quer errar é escolher carregador e pilhas da mesma marca, a fim de evitar possíveis incompatibilidades ou danos a curto ou médio prazo. Mas o mercado oferece modelos diferentes, com capacidades distintas que aparecem até no preço.

É o caso dos carregadores mais simples, os intermediários e os profissionais. Basicamente, a diferença entre eles, além do preço, está na capacidade de autonomia, como por exemplo, desligar sozinho e controlar voltagens.

Nos modelos mais simples, com preços de até R$ 50, o usuário não poderá inserir pilhas de marcas diferentes, deverá saber (adivinhar praticamente) se a pilha está realmente vazia e descobrir quanto tempo deverá mantê-la carregando. O perigo é que a pilha pode sofrer danos e até provocar acidentes domésticos, se estiver durante um longo período tempo em contato com a corrente elétrica.

Já os carregadores intermediários, de até R$ 70, contam com um pouco mais de opções. Eles permitem controlar a taxa de voltagem e até desligam sozinhos, quando a carga estiver completa. Os profissionais são mais caros, mas vão além. Controlam voltagem, disparam avisos de recarga quando estiver completa e ainda fazem recarga de pilhas separadas.

As dicas acima podem ajudá-lo a escolher o carregador ideal para o uso que deseja. Se tiver um pouco mais de dinheiro disponível, o ideal é comprar um modelo intermediário ou profissional, porque são mais seguros e não consomem energia da tomada indiscriminadamente.

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Fonte: Tech Tudo

 



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